Capítulo 1

1.1 (1) S={0}S=\{0\} (2) S={±1}S=\{\pm 1\} (3) Observe primeiro que 0 não é solução (a divisão por zero no lado esquerdo não é nem definida). Assim, multiplicando por xx e rearranjando obtemos x2+x−1=0x^{2}+x-1=0. Como Δ=5>0\Delta=5>0, obtemos duas soluções: S={−1±52}S=\{\tfrac{-1\pm\sqrt{5}}{2}\}. (Obs: o número −1+52=0.618033989⁢…\tfrac{-1+\sqrt{5}}{2}=0.618033989... é às vezes chamado de razão áurea. Veja http://pt.wikipedia.org/wiki/Proporção_áurea\verb|http://pt.wikipedia.org/wiki/Propor\c{c}\~{a}o_\'{a}urea|) (4) Para ter (x+1)⁢(x−7)=0(x+1)(x-7)=0, é necessário que pelo menos um dos fatores, (x+1)(x+1) ou (x−7)(x-7), seja nulo. Isto é, basta ter x=−1x=-1 ou x=7x=7. Assim, S={−1,7}S=\{-1,7\}. Obs: querendo aplicar a fórmula x=−b±b2−4⁢a⁢c2⁢ax=\frac{-b\pm\sqrt{b^{2}-4ac}}{2a} de qualquer jeito, um aluno com pressa pode querer expandir o produto (x+1)⁢(x−7)(x+1)(x-7) para ter x2−6⁢x−7=0x^{2}-6x-7=0, calcular Δ=(−6)2−4⋅1⋅(−7)=64\Delta=(-6)^{2}-4\cdot 1\cdot(-7)=64, e obter S={−(−6)±642⋅1}={−1,7}S=\{\frac{-(-6)\pm\sqrt{64}}{2\cdot 1}\}=\{-1,7\}. Mas além de mostrar uma falta de compreensão (pra que expandir uma expressão já fatorada!?), isso implica aplicar uma fórmula e fazer contas, o que cria várias oportunidades de errar!) (5) S=ℝS=\mathbb{R} (qualquer xx torna a equação verdadeira!) (6) S={0,1}S=\{0,1\} (7) S=∅S=\varnothing (8) S={−13}S=\{-\tfrac{1}{3}\} (9) S={−7±292}S=\{\frac{-7\pm\sqrt{29}}{2}\}. 1.3 Resposta: não. Sejam aa e bb os catetos do triângulo. Para ter uma área de 77, é preciso ter a⁢b2=7\frac{ab}{2}=7. Para ter um perímetro de 1212, é preciso ter a+b+a2+b2=12a+b+\sqrt{a^{2}+b^{2}}=12 (o comprimento da hipotenusa foi calculada com o Teorema de Pitágoras). Essa última expressão é equivalente a 12−a−b=a2+b212-a-b=\sqrt{a^{2}+b^{2}}, isto é (tomando o quadrado em ambos lados) 144−24⁢(a+b)+2⁢a⁢b=0144-24(a+b)+2ab=0. Como b=14ab=\frac{14}{a}, esta equação se reduz a uma equação da única incógnita aa: 6⁢a2−43⁢a+84=06a^{2}-43a+84=0. Como essa equação tem Δ=−167<0\Delta=-167<0, não existe triângulo retângulo com aquelas propriedades. 1.4 A=[−2,2]A=[-2,2], B=[0,1)B=[0,1), C=(−∞⁢,0)C=(-\infty,0), D=∅D=\varnothing, E=ℝE=\mathbb{R}, F={1}F=\{1\}, G={0}G=\{0\}, H=ℝ+H=\mathbb{R}_{+}. 1.5 (1) (−1,∞)(-1,\infty) (2) (−∞,12](-\infty,\tfrac{1}{2}] (3) (−34,∞)(-\tfrac{3}{4},\infty) (4) (0,∞)(0,\infty) (5) (−∞,−1]∪[1,∞)(-\infty,-1]\cup[1,\infty) (6) ∅\varnothing (7) ∅\varnothing (8) ℝ\mathbb{R} (9) (−∞,0]∪[1,∞)(-\infty,0]\cup[1,\infty) Obs: aqui, um erro comum é de começar dividindo ambos lados de x≤x2x\leq x^{2} por xx, o que dá 1≤x1\leq x. Isso dá somente uma parte do conjunto das soluções, [1,∞)[1,\infty), porque ao dividir por xx, é preciso considerar também os casos em que xx é negativo. Se xx é negativo, dividir por xx dá 1≥x1\geq x (invertemos o sentido da desigualdade), o que fornece o outro pedaço das soluções: (−∞⁢,0](-\infty,0]. (10) (−∞⁢,2)∪(3,∞)(-\infty,2)\cup(3,\infty) (11) (−∞,−7]∪{0}(-\infty,-7]\cup\{0\} (12) (−1,+1)∪(2,+∞)(-1,+1)\cup(2,+\infty) (13) [0,+∞[[0,+\infty[ (14) S=(−∞,−1]∪(1,3]S=(-\infty,-1]\cup(1,3]. Cuidado: tem que excluir o valor x=1x=1 para evitar a divisão por zero e a inequação ser bem definida. (15) Primeiro observemos que os valores x=0x=0 e x=−2x=-2 são proibidos. Em seguida, colocando no mesmo denominador, queremos resolver 2x⁢(x+2)≥0\frac{2}{x(x+2)}\geq 0. Isso é equivalente a resolver x⁢(x+2)≥0x(x+2)\geq 0, cujo conjunto de soluções é dado por (−∞,−2]∪[0,∞)(-\infty,-2]\cup[0,\infty). Logo, S=(−∞,−2)∪(0,∞)S=(-\infty,-2)\cup(0,\infty) (tiramos os dois valores proibidos). (7) S=(−∞⁢,0)∪(2,∞)S=(-\infty,0)\cup(2,\infty). (17) S=(−∞,−2]∪[0,43]∪[3,+∞)S=(-\infty,-2]\cup[0,\tfrac{4}{3}]\cup[3,+\infty). 1.6 Um só: n=1n=1. 1.7 Resolvendo 0≤2⁢x−30\leq 2x-3 obtemos S1=[32,∞)S_{1}=[\tfrac{3}{2},\infty), e resolvendo 2⁢x−3≤x+82x-3\leq x+8 obtemos S2=(−∞,11]S_{2}=(-\infty,11]. Logo, S=S1∩S2=[32⁢,11]S=S_{1}\cap S_{2}=[\tfrac{3}{2},11] é solução das duas inequações no mesmo tempo. Mas esse intervalo contém os primos p=2,3,5,7,11p=2,3,5,7,11. Logo, a resposta é: 55. 1.8 A expressão correta é a terceira, e vale para qualquer x∈ℝx\in\mathbb{R}. A primeira está certa quando x≥0x\geq 0, mas errada quando x<0x<0 (por exemplo, (−3)2=9=3(≠−3)\sqrt{(-3)^{2}}=\sqrt{9}=3(\neq-3)). A segunda também está certa quando x≥0x\geq 0, mas x\sqrt{x} não é nem definido quando x<0x<0. 1.9 (1) Observe que como um valor absoluto é sempre ≥0\geq 0, qualquer xx é solução de |x+27|≥0|x+27|\geq 0. Logo, S=ℝS=\mathbb{R}. (2) Como no item anterior, |x−2|≥0|x-2|\geq 0 para qualquer xx. Logo, não tem nenhum xx tal que |x−2|<0|x-2|<0, o que implica S=∅S=\varnothing. (3) Para ter |2⁢x+3|>0|2x+3|>0, a única possibilidade é de excluir |2⁢x+3|=0|2x+3|=0. Como isso acontece se e somente se 2⁢x+3=02x+3=0, isto é se e somente se x=−32x=-\tfrac{3}{2}, temos S=ℝ∖{−32}=(−∞,−32)∪(−32,+∞)S=\mathbb{R}\setminus\{-\tfrac{3}{2}\}=(-\infty,-\tfrac{3}{2})\cup(-\tfrac{3}{% 2},+\infty). (4) Considere primeiro o caso em que 3−x≥03-x\geq 0 (isto é x≤3x\leq 3). A inequação se torna 3<3−x3<3-x, isto é x<0x<0. Logo, S1=(−∞⁢,0)S_{1}=(-\infty,0). No caso em que 3−x≤03-x\leq 0 (isto é x≥3x\geq 3), a inequação se torna 3<−(3−x)3<-(3-x), isto é x>6x>6. Assim, S2=(6,+∞)S_{2}=(6,+\infty). Finalmente, S=S1∪S2=(−∞,0)∪]6,+∞)S=S_{1}\cup S_{2}=(-\infty,0)\cup]6,+\infty). (5) S=∅S=\varnothing (6) S=[−2,2]S=[-\sqrt{2},\sqrt{2}]. Observe que por (1.12), |x2−1|≤1|x^{2}-1|\leq 1 se e somente se −1≤x2−1≤1-1\leq x^{2}-1\leq 1. Assim, resolvendo separadamente as inequações −1≤x2−1-1\leq x^{2}-1 e x2−1≤1x^{2}-1\leq 1 leva ao mesmo conjunto de soluções. (LABEL:itt8) S=(43⁢,2)∪(2,4)S=(\tfrac{4}{3},2)\cup(2,4). 1.10 (1) <0<0 se x<−5x<-5, >0>0 se x>−5x>-5, nula se x=−5x=-5. (2) >0>0 para todo x∈ℝx\in\mathbb{R}. (3) >0>0 se x∈ℝ∖{5}x\in\mathbb{R}\setminus\{5\}, nula se x=5x=5. (4) >0>0 se x∈(−∞,−5)∪(5,∞)x\in(-\infty,-\sqrt{5})\cup(\sqrt{5},\infty), <0<0 se x∈(−5,5)x\in(-\sqrt{5},\sqrt{5}), nula se x=±5x=\pm\sqrt{5} (5) >0>0 se x∈(−∞,−8)∪(2,6)x\in(-\infty,-8)\cup(2,6), <0<0 se x∈(−8,2)∪(6,∞)x\in(-8,2)\cup(6,\infty), nula se x∈{−8,6}x\in\{-8,6\}. Observe que a expressão não é definida em x=2x=2. (6) >0>0 se x∈(−1,1)∪(1,∞)x\in(-1,1)\cup(1,\infty), <0<0 se x<−1x<-1, nula se x∈{−1,1}x\in\{-1,1\}. 1.11 (1) {(x,y):y>0}\{(x,y):y>0\}, (2) {(x,y):x<0}\{(x,y):x<0\}, (3) {(x,y):|x|≤12,|y|≤12}\{(x,y):|x|\leq\frac{1}{2},|y|\leq\frac{1}{2}\}, (4) {(x,y):x=2}\{(x,y):x=2\}, (5) {(x,y):y=−5}\{(x,y):y=-5\}, (6) {(x,y):y=−5}\{(x,y):y=-5\}, (7) {(x,y):0≤x≤2}\{(x,y):0\leq x\leq 2\}, (8) {P=(x,y):d⁢(P,(0,0))=1}={(x,y):x2+y2=1}\{P=(x,y):d(P,(0,0))=1\}=\{(x,y):x^{2}+y^{2}=1\}, (9) {P=(x,y):d⁢(P,(1,−2))≤2}={(x,y):(x−1)2+(y+2)2≤4}\{P=(x,y):d(P,(1,-2))\leq 2\}=\{(x,y):(x-1)^{2}+(y+2)^{2}\leq 4\}, 1.12 R=(−3913⁢,100)R=(-\frac{391}{3},100), T=(6,−94)T=(6,-\frac{9}{4}). 1.13 (1) y=xy=x, (2) y=1y=1, (3) x=−3x=-3, (4) y=−52⁢x+12y=-\tfrac{5}{2}x+\tfrac{1}{2}, (5) y=23⁢x+5y=\tfrac{2}{3}x+5. 1.14

1.15 (1) r′:y=5⁢x+10r^{\prime}:\,y=5x+10. (2) r′:y=43⁢x−9r^{\prime}:\,y=\tfrac{4}{3}x-9 1.16 Comecemos com um exemplo: considere a reta r1r_{1} de inclinação m1=13m_{1}=\tfrac{1}{3} que passa pela origem. Qual é a equação da reta r2r_{2}, perpendicular a r1r_{1}, que passa pela origem?

Observe que se P1=(3,1)∈r1P_{1}=(3,1)\in r_{1}, então o ponto P2=(−1,3)∈r2P_{2}=(-1,3)\in r_{2}, já que o segmento O⁢P1OP_{1} precisa ser perpendicular a O⁢P2OP_{2}. Logo, a inclinação de r2r_{2} pode ser obtida usando o ponto P2P_{2}: m2=0−30−(−1)=−3m_{2}=\frac{0-3}{0-(-1)}=-3, o que prova m2=−1m1m_{2}=-\frac{1}{m_{1}}. Escolhendo qualquer outro ponto P1=(x,y)P_{1}=(x,y) em r1r_{1}, obteríamos um ponto P2=(−y,x)P_{2}=(-y,x), e m2m_{2} seria calculada da mesma maneira.

Para uma reta de inclinação m1m_{1} qualquer, podemos escolher P1=(1,m1)P_{1}=(1,m_{1}) e P2=(−m1⁢,1)P_{2}=(-m_{1},1), assim m2=0−10−(−m1)=−1m1m_{2}=\frac{0-1}{0-(-m_{1})}=-\frac{1}{m_{1}} é sempre verificada. 1.17 r2r_{2} e r4r_{4} são paralelas, e ambas são perpendiculares a r3r_{3}. 1.18 (1) C=(0,−1)C=(0,-1), R=3R=3. (2) não é círculo: −1-1 não é um quadrado. (3) C=(3,0)C=(3,0), R=3R=3. (4) não é círculo: depois de ter completado o quadrado obtemos (x+12)2+(y+12)2=−12(x+\frac{1}{2})^{2}+(y+\frac{1}{2})^{2}=-\frac{1}{2}, que não é um quadrado. (5) não é círculo: depois de ter completado o quadrado obtemos (x+1)2+y2=0(x+1)^{2}+y^{2}=0 (que poderia ser interpretado como um círculo de raio R=0R=0 centrado em (−1,0)(-1,0)). (6) não é círculo (x2−y2=1x^{2}-y^{2}=1 é uma hipérbole). 1.19 Durante uma hora e quinze minutos, o ponteiro dos segundos dá 7575 voltas. Como uma volta representa uma distância percorrida (pela ponta) de 2×π×20≃125.662\times\pi\times 20\simeq 125.66 centímetros, a distância total é de ≃9424.5\simeq 9424.5 centímetros, o que corresponde a ≃94.25\simeq 94.25 metros. 1.21

1.22 H=d⁢(tan⁡β−tan⁡α)tan⁡α⁢tan⁡βH=\frac{d(\tan\beta-\tan\alpha)}{\tan\alpha\tan\beta}. 1.23 Todas essas identidades seguem da observação do círculo trigonométrico. Por exemplo, o desenho

mostra que cos⁡(π−α)=−cos⁡α\cos(\pi-\alpha)=-\cos\alpha e sen⁡(π−α)=sen⁡α\operatorname{sen}(\pi-\alpha)=\operatorname{sen}\alpha. Como consequência,

tan⁡(π−α)=sen⁡(π−α)cos⁡(π−α)=−tan⁡α.\tan(\pi-\alpha)=\frac{\operatorname{sen}(\pi-\alpha)}{\cos(\pi-\alpha)}=-\tan% \alpha\,.

Deixemos o leitor provar as identidades parecidas com π+α\pi+\alpha. Por outro lado, o desenho

mostra que cos⁡(π2−α)=sen⁡α\cos(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)=\operatorname{sen}\alpha e sen⁡(π2−α)=cos⁡α\operatorname{sen}(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)=\cos\alpha. Como consequência,

tan⁡(π2−α)=sen⁡(π2−α)cos⁡(π2−α)=cos⁡αsen⁡α≡1tan⁡α=cotan⁢α.\tan(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)=\frac{\operatorname{sen}(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)}{% \cos(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)}=\frac{\cos\alpha}{\operatorname{sen}\alpha}\equiv% \frac{1}{\tan\alpha}={\rm cotan\,}\alpha\,.

1.25 (1.26) segue de (1.25) trocando β\beta por −β-\beta e usando (1.19). Para provar (1.27), basta usar (1.26) da seguinte maneira:

cos⁡(α+β)\displaystyle\cos(\alpha+\beta) =sen⁡(π2−(α+β))\displaystyle=\operatorname{sen}\bigl{(}\tfrac{\pi}{2}-(\alpha+\beta)\bigr{)}
=sen((π2−α)−β))\displaystyle=\operatorname{sen}\bigl{(}(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)-\beta)\bigr{)}
=sen⁡(π2−α)⁢cos⁡β−cos⁡(π2−α)⁢sen⁡β\displaystyle=\operatorname{sen}(\tfrac{\pi}{2}-\alpha)\cos\beta-\cos(\tfrac{% \pi}{2}-\alpha)\operatorname{sen}\beta
=cos⁡α⁢cos⁡β−sen⁡α⁢sen⁡β.\displaystyle=\cos\alpha\cos\beta-\operatorname{sen}\alpha\operatorname{sen}% \beta\,.

Para (1.28),

tan⁡(α+β)=sen⁡(α+β)cos⁡(α+β)=sen⁡α⁢cos⁡β+cos⁡α⁢sen⁡βcos⁡α⁢cos⁡β−sen⁡α⁢sen⁡β=tan⁡α+tan⁡β1−tan⁡α⁢tan⁡β.\displaystyle\tan(\alpha+\beta)=\frac{\operatorname{sen}(\alpha+\beta)}{\cos(% \alpha+\beta)}=\frac{\operatorname{sen}\alpha\cos\beta+\cos\alpha\operatorname% {sen}\beta}{\cos\alpha\cos\beta-\operatorname{sen}\alpha\operatorname{sen}% \beta}=\frac{\tan\alpha+\tan\beta}{1-\tan\alpha\tan\beta}\,.

A última igualdade foi obtida dividindo o numerador e o denominador por cos⁡α⁢cos⁡β\cos\alpha\cos\beta. 1.26 As duas primeiras seguem das identidades anteriores, com β=α\beta=\alpha. A terceira obtem-se escrevendo:

sen⁡α=sen⁡(2⁢α2)=2⁢sen⁡α2⁢cos⁡α2=2⁢tan⁡α2⁢cos2⁡α2=tan⁡α2⁢(cos⁡α+1).\operatorname{sen}\alpha=\operatorname{sen}(2\tfrac{\alpha}{2})=2\operatorname% {sen}\tfrac{\alpha}{2}\cos\tfrac{\alpha}{2}=2\tan\tfrac{\alpha}{2}\cos^{2}% \tfrac{\alpha}{2}=\tan\tfrac{\alpha}{2}(\cos\alpha+1)\,.

Será que você consegue provar (1.33) somente a partir do círculo trigonométrico?

A última, (1.34), se obtem facilmente a partir de cos⁡(α±β)\cos(\alpha\pm\beta). Observe que a relação (1.34) é a base da técnica chamada ring modulation em música eletrônica. 1.27 A inclinação é dada por tan⁡60o=tan⁡π3=3\tan 60^{o}=\tan\frac{\pi}{3}=\sqrt{3} (Exercício 1.21). Logo, a equação é y=3⁢x−1−2⁢3y=\sqrt{3}x-1-2\sqrt{3}. 1.28 Observe que boa parte das equações desse exercício possuem infinitas soluções! As soluções obtêm-se essencialmente olhando para o círculo trigonométrico. (1) S={π2±k⁢π,k∈ℤ}S=\{\tfrac{\pi}{2}\pm k\pi,\,k\in\mathbb{Z}\}. (2) S={π6±k⁢2⁢π}∪{5⁢π6±k⁢2⁢π}S=\{\tfrac{\pi}{6}\pm k2\pi\}\cup\{\tfrac{5\pi}{6}\pm k2\pi\} (3) S={π4±k⁢π,k∈ℤ}S=\{\tfrac{\pi}{4}\pm k\pi,\,k\in\mathbb{Z}\}. (4) S={±k⁢π}∪{π2+2⁢k⁢π}S=\{\pm k\pi\}\cup\{\tfrac{\pi}{2}+2k\pi\}. (5) Observe que z:=sen⁡xz{:=}\operatorname{sen}x satisfaz z2+32⁢z−1=0z^{2}+\tfrac{3}{2}z-1=0, isto é z=12z=\tfrac{1}{2} ou −2-2. Como o seno somente toma valores entre −1-1 e 11, sen⁡x=−2\operatorname{sen}x=-2 não possui soluções. Por outro lado, sen⁡x=12\operatorname{sen}x=\frac{1}{2} possui as soluções {π6±k⁢2⁢π}∪{5⁢π6±k⁢2⁢π}\{\tfrac{\pi}{6}\pm k2\pi\}\cup\{\tfrac{5\pi}{6}\pm k2\pi\}, como visto em (2). Portanto, S={π6±k⁢2⁢π}∪{5⁢π6±k⁢2⁢π}S=\{\tfrac{\pi}{6}\pm k2\pi\}\cup\{\tfrac{5\pi}{6}\pm k2\pi\}. (6) S=[π6,5⁢π6]S=[\tfrac{\pi}{6},\tfrac{5\pi}{6}] e as suas translações de ±2⁢k⁢π\pm 2k\pi. (7) S=(π4,3⁢π4)∪(5⁢π4,7⁢π4)S=(\tfrac{\pi}{4},\tfrac{3\pi}{4})\cup(\tfrac{5\pi}{4},\tfrac{7\pi}{4}) e as suas translações de ±2⁢k⁢π\pm 2k\pi. (8) Rearranjando obtemos sen⁡(2⁢x)=−12\operatorname{sen}(2x)=-\tfrac{1}{2}, o que significa 2⁢x∈{7⁢π6±2⁢k⁢π}∪{11⁢π6±2⁢k⁢π}2x\in\{\frac{7\pi}{6}\pm 2k\pi\}\cup\{\frac{11\pi}{6}\pm 2k\pi\}. Logo, S={7⁢π12±k⁢π}∪{11⁢π12±k⁢π}S=\{\frac{7\pi}{12}\pm k\pi\}\cup\{\frac{11\pi}{12}\pm k\pi\} (9) S={k⁢π,k∈ℤ}∪{π3+2⁢k⁢π,k∈ℤ}∪{5⁢π3+2⁢k⁢π,k∈ℤ}S=\{k\pi,k\in\mathbb{Z}\}\cup\{\tfrac{\pi}{3}+2k\pi,k\in\mathbb{Z}\}\cup\{% \tfrac{5\pi}{3}+2k\pi,k\in\mathbb{Z}\}.