Capítulo 2

2.1 (1) D=ℝ∖{−8,5}D=\mathbb{R}\setminus\{-8,5\} (2) D=ℝ∖{0}D=\mathbb{R}\setminus\{0\} (3) D=ℝD=\mathbb{R} (4) D=ℝD=\mathbb{R} (5) D=ℝ∖{0,12}D=\mathbb{R}\setminus\{0,\tfrac{1}{2}\} (6) D=[1,∞)D=[1,\infty) (7) D=(−∞,−1]∪[1,∞)D=(-\infty,-1]\cup[1,\infty) (8) D=[1,∞)∖{2}D=[1,\infty)\setminus\{2\} (9) D=ℝ∖{±1}D=\mathbb{R}\setminus\{\pm 1\} (10) D=(−1,+1)D=(-1,+1) (11) D={1}D=\{1\} (12) D=[0,1)D=[0,1) (Atenção: é necessário que o numerador e o denominador sejam bem definidos.) (13) D=ℝ∖{π2+k⁢π,k∈ℤ}D=\mathbb{R}\setminus\{\tfrac{\pi}{2}+k\pi,k\in\mathbb{Z}\} (14) D=D=união dos intervalos [k⁢2⁢π,π+k⁢2⁢π][k2\pi,\pi+k2\pi], para k∈ℤk\in\mathbb{Z}. (15) D=ℝ+D=\mathbb{R}_{+}. Observe que apesar da função ser identicamente nula, o seu domínio não é a reta toda. (16) D={0}D=\{0\} (e não D=∅D=\varnothing!). 2.2 (1) x2x^{2} é limitada inferiormente (M−=0M_{-}=0) mas não superiormente: toma valores arbitrariamente grandes quando xx toma valores grandes. (2) Não-limitada. De fato, tan⁡x=sen⁡xcos⁡x\tan x=\frac{\operatorname{sen}x}{\cos x}, e quando xx se aproxima por exemplo de π2\tfrac{\pi}{2}, sen⁡x\operatorname{sen}x se aproxima de 11 e cos⁡x\cos x de 0, o que dá uma divisão por zero. (Dê uma olhada no gráfico da função tangente mais longe no capítulo.) (3) É limitada: 1x2+1≥0≡M−\tfrac{1}{x^{2}+1}\geq 0\equiv M_{-}, e como x2+1≥1x^{2}+1\geq 1, temos 1x2+1≤11=1≡M+\frac{1}{x^{2}+1}\leq\tfrac{1}{1}=1\equiv M_{+}. (4) Limitada inferiormente (M−=0M_{-}=0), mas não superiormente: o domínio dessa função é (−∞⁢,1)(-\infty,1), e quando x<1x<1 se aproxima de 11, 1−x\sqrt{1-x} se aproxima de zero, o que implica que 11−x\frac{1}{\sqrt{1-x}} toma valores arbitrariamente grandes. (5) Observe que o denominador x3−x2+x−1x^{3}-x^{2}+x-1 se anula em x=1x=1. Logo, o domínio da função é ℝ∖{1}\mathbb{R}\setminus\{1\}. Fatorando (ou fazendo a divisão), x3−x2+x−1=(x−1)⁢(x2+1)x^{3}-x^{2}+x-1=(x-1)(x^{2}+1). Portanto, quando x≠1x\neq 1, x−1x3−x2+x−1=x−1(x−1)⁢(x2+1)=1x2+1\frac{x-1}{x^{3}-x^{2}+x-1}=\frac{x-1}{(x-1)(x^{2}+1)}=\frac{1}{x^{2}+1}. Como 1x2+1\frac{1}{x^{2}+1} é limitada (item (3)), x−1x3−x2+x−1\frac{x-1}{x^{3}-x^{2}+x-1} é limitada. (6) Não-limitada. Apesar de sen⁡x\operatorname{sen}x ser limitado por −1-1 e +1+1, o “xx” pode tomar valores arbitrariamente grandes. 2.3 (1) f⁢(x)=−1f(x)=-1, D=ℝD=\mathbb{R} (2) f⁢(x)=−81−(x−5)2−4f(x)=-\sqrt{81-(x-5)^{2}}-4, D=[−4,14]D=[-4,14]. (3) f⁢(x)=25−x2f(x)=\sqrt{25-x^{2}}, D=(−4,4)D=(-4,4) (4) f⁢(x)=−25−x2f(x)=-\sqrt{25-x^{2}}, D=[0,5]D=[0,5] 2.4

2.5 A primeira curva é o gráfico da função f⁢(x)=−1f(x)=-1 se x≤1x\leq 1, f⁢(x)=2−xf(x)=2-x se x>1x>1. A segunda não é um gráfico, pois os pontos −12<x≤0-\tfrac{1}{2}<x\leq 0 têm duas saídas, o que não é descrito por uma função (lembra que uma função é um mecanismo que a um entrada xx do domínio associa um (único) número f⁢(x)f(x)). No entanto, seria possível interpretar aquela curva como a união dos gráficos de duas funções distintas: uma função ff com domínio (−∞⁢,0](-\infty,0], e uma outra função gg com domínio (−12,∞)(-\tfrac{1}{2},\infty). A terceira é o gráfico da função f⁢(x)=0f(x)=0 se x∈ℤx\in\mathbb{Z}, f⁢(x)=1f(x)=1 caso contrário. 2.6 (1) É par: f⁢(−x)=(−x)(−x)3−(−x)5=−x−(x3−x5)=f⁢(x)f(-x)=\tfrac{(-x)}{(-x)^{3}-(-x)^{5}}=\tfrac{-x}{-(x^{3}-x^{5})}=f(x). (2) É par: f⁢(−x)=1−(−x)2=1−x2=f⁢(x)f(-x)=\sqrt{1-(-x)^{2}}=\sqrt{1-x^{2}}=f(x). (3) É ímpar: f⁢(−x)=(−x)2⁢sen⁡(−x)=x2⁢(−sen⁡x)=−f⁢(x)f(-x)=(-x)^{2}\operatorname{sen}(-x)=x^{2}(-\operatorname{sen}x)=-f(x). (4) É par: f⁢(−x)=sen⁡(cos⁡(−x))=sen⁡(cos⁡x)=f⁢(x)f(-x)=\operatorname{sen}(\cos(-x))=\operatorname{sen}(\cos x)=f(x). (5) É ímpar: f⁢(−x)=sen⁡(sen⁡(−x))=sen⁡(−sen⁡x)=−sen⁡(sen⁡x)=−f⁢(x)f(-x)=\operatorname{sen}(\operatorname{sen}(-x))=\operatorname{sen}(-% \operatorname{sen}x)=-\operatorname{sen}(\operatorname{sen}x)=-f(x). (6) É par: f⁢(−x)=(sen⁡(−x))2−cos⁡(−x)=(−sen⁡x)2−cos⁡x=f⁢(x)f(-x)=(\operatorname{sen}(-x))^{2}-\cos(-x)=(-\operatorname{sen}x)^{2}-\cos x=% f(x). (7) Não é par nem ímpar, pois f⁢(π4)=2f(\tfrac{\pi}{4})=\sqrt{2}, f⁢(−π4)=0f(-\tfrac{\pi}{4})=0. (8) Como f⁢(x)≡0f(x)\equiv 0, ela é par e ímpar. 2.7 (1) cresce na reta toda. (2) decrescce (estritamente) em (−∞⁢,0](-\infty,0], cresce (estritamente) em [0,∞)[0,\infty). (3) decrescce (estritamente) em (−∞⁢,0](-\infty,0], cresce (estritamente) em [0,∞)[0,\infty). (4) cresce (estritamente) na reta toda. (5) decrescce (estritamente) em (−∞⁢,0)(-\infty,0), decresce (estritamente) em (0,∞)(0,\infty). (6) crescce (estritamente) em (−∞⁢,0)(-\infty,0), decresce (estritamente) em (0,∞)(0,\infty). (7) crescce (estritamente) em (−∞,12](-\infty,\tfrac{1}{2}], decresce (estritamente) em [12,∞[\tfrac{1}{2},\infty. (Será mais fácil resolver esse item depois de saber esboçar o gráfico de x−x2x-x^{2}, veja o Exemplo 2.17.) (8) decrescce (estritamente) em (−∞,−1](-\infty,-1] e em [0,1][0,1], cresce (estritamente) em [−1,0][-1,0] e [1,∞)[1,\infty). 2.8 Se a reta for vertical (x=ax=a): g⁢(x):=f⁢(2⁢a−x)g(x){:=}f(2a-x). Se a reta for horizontal (y=by=b): g⁢(x):=2⁢b−f⁢(x)g(x){:=}2b-f(x). 2.10

Observe que o período de ff é π\pi. Completando o quadrado, g⁢(x)=−(x−12)2+54g(x)=-(x-\tfrac{1}{2})^{2}+\tfrac{5}{4}:

Observe que a parábola corta o eixo xx nos pontos solução da equação g⁢(x)=0g(x)=0, que são 1±52\frac{1\pm\sqrt{5}}{2}. O gráfico da função hh já foi esboçado no Exercício 2.10. Mas aqui vemos que ele pode ser obtido a partir do gráfico de |x||x| por uma translação de 11 para baixo, composta por uma reflexão das partes negativas. Como i⁢(x)i(x) é igual ao dobro de sen⁡x\operatorname{sen}x e j⁢(x)j(x) à metade de sen⁡x\operatorname{sen}x, temos:

Completando o quadrado do numerador: k⁢(x)=1−(x−1)2(x−1)2=1(x−1)2−1k(x)=\frac{1-(x-1)^{2}}{(x-1)^{2}}=\frac{1}{(x-1)^{2}}-1. Portanto, o gráfico pode ser obtido a partir do gráfico de 1x2\frac{1}{x^{2}}:

2.11 A trajetória é uma parábola. Resolvendo y⁢(x)=0y(x)=0 para xx, obtemos os pontos onde a parábola toca o chão: x1=0x_{1}=0 (ponto de partida), e x2=2⁢vv⁢vhgx_{2}=\frac{2v_{\textsf{v}}v_{\textsf{h}}}{g} (distância na qual a partícula vai cair no chão). É claro que se o campo de gravitação é mais fraco (na lua por exemplo), gg é menor, logo x2x_{2} é maior: o objeto vai mais longe. Por simetria sabemos que a abcissa do ponto mais alto da trajetória é x∗=x22=vv⁢vhgx_{*}=\frac{x_{2}}{2}=\frac{v_{\textsf{v}}v_{\textsf{h}}}{g}, e a sua abcissa é dada por y∗=y⁢(x∗)=12⁢vv2gy_{*}=y(x_{*})=\tfrac{1}{2}\frac{v_{\textsf{v}}^{2}}{g}. Observe que y∗y_{*} não depende de vhv_{\textsf{h}}. O ponto (x∗,y∗)(x_{*},y_{*}) pode também ser calculado a partir da trajetória y⁢(x)y(x), completando o quadrado. 2.12 (1) Se f⁢(x)=1−|x−1|f(x)=1-|x-1|, g⁢(x)=|x|g(x)=|x|,

Logo, S=[0,1]S=[0,1]. Para (2), S=∅S=\varnothing. (3) Se f⁢(x)=|x2−1|f(x)=|x^{2}-1| (veja o gráfico do Exemplo 2.18), vemos que S=(−2⁢,0)∪(0,2)S=(-\sqrt{2},0)\cup(0,\sqrt{2}). 2.13 Tinta: Como a esfera tem superfície igual a 4⁢π⁢r24\pi r^{2}, temos T⁢(r)=40⁢π⁢r2T(r)=40\pi r^{2} (onde rr é medido em metros). Concreto: Como o volume é dado por V=43⁢π⁢r3V=\tfrac{4}{3}\pi r^{3}, o custo de concreto em função do raio é C⁢(r)=40⁢π⁢r3C(r)=40\pi r^{3}. Como a superfície s=4⁢π⁢r2s=4\pi r^{2} temos r=s/4⁢πr=\sqrt{s/4\pi}. Portanto, C⁢(s)=40⁢π⁢(s4⁢π)3/2C(s)=40\pi(\tfrac{s}{4\pi})^{3/2}. 2.14 Por definição, d⁢(P,Q)=(a−1)2+(b+2)2d(P,Q)=\sqrt{(a-1)^{2}+(b+2)^{2}}. Como 2⁢a+b=22a+b=2, temos d⁢(a)=54⁢a2−5⁢a+10d(a)=\sqrt{\tfrac{5}{4}a^{2}-5a+10}, e d⁢(b)=5⁢b2+5d(b)=\sqrt{5b^{2}+5}. 2.15 Perímetro: P⁢(n,r)=2⁢n⁢r⁢sen⁡(πn)P(n,r)=2nr\operatorname{sen}(\tfrac{\pi}{n}). Área: A⁢(n,r)=12⁢n⁢r2⁢sen⁡(2⁢πn)A(n,r)=\tfrac{1}{2}nr^{2}\operatorname{sen}(\tfrac{2\pi}{n}). 2.16 Suponha que o cone fique cheio de água, até uma altura de hh metros. Isso representa um volume de V⁢(h)=13⁢(π⁢h2)×hV(h)=\tfrac{1}{3}(\pi h^{2})\times h metros cúbicos. Logo, h⁢(V)=(3⁢Vπ)1/3h(V)=(\tfrac{3V}{\pi})^{1/3}. Assim, a marca para 1⁢m31m^{3} deve ficar na altura h⁢(1)≃0.98h(1)\simeq 0.98, para 22 metros cúbicos, h⁢(2)≃1.24h(2)\simeq 1.24, etc.

2.17 Seja xx o tamanho do primeiro pedaço. Como os lados do quadrado medem x4\tfrac{x}{4}, a área do quadrado é x216\tfrac{x^{2}}{16}. O círculo tem circunferência igual a L−xL-x, logo o seu raio vale L−x2⁢π\tfrac{L-x}{2\pi}, e a sua área π⁢(L−x2⁢π)2=(L−x)24⁢π\pi(\tfrac{L-x}{2\pi})^{2}=\tfrac{(L-x)^{2}}{4\pi}. Portanto a área total é dada por A⁢(x)=x24+(L−x)24⁢πA(x)=\tfrac{x^{2}}{4}+\tfrac{(L-x)^{2}}{4\pi}, e o seu domínio é D=[0,L]D=[0,L]. 2.18 Seja α\alpha o ângulo entre A⁢BAB e A⁢CAC. Área: A⁢(α)=sen⁡α2⁢cos⁡α2=12⁢sen⁡αA(\alpha)=\operatorname{sen}\tfrac{\alpha}{2}\cos\tfrac{\alpha}{2}=\tfrac{1}{2% }\operatorname{sen}\alpha, com D=(0,π)D=(0,\pi). Logo, (olhe para a função sen⁡α\operatorname{sen}\alpha), a área é máxima para α=π2\alpha=\tfrac{\pi}{2}. 2.19 A área pode ser calculada via uma diferença de dois triângulos:

2.21 Como f⁢(g⁢(x))=1(x+1)2f(g(x))=\frac{1}{(x+1)^{2}}, g⁢(f⁢(x))=1x2+1g(f(x))=\frac{1}{x^{2}+1}, temos (f∘g)⁢(0)=1(f\circ g)(0)=1, (g∘f)⁢(0)=1(g\circ f)(0)=1, (f∘g)⁢(1)=14(f\circ g)(1)=\frac{1}{4}, (g∘f)⁢(1)=12(g\circ f)(1)=\frac{1}{2}. Como f⁢(g⁢(h⁢(x)))=1(x+2)2f(g(h(x)))=\frac{1}{(x+2)^{2}} e h⁢(f⁢(g⁢(x)))=1(x+1)2+1h(f(g(x)))=\frac{1}{(x+1)^{2}}+1, f⁢(g⁢(h⁢(−1)))=1f(g(h(-1)))=1, h⁢(f⁢(g⁢(3)))=1716h(f(g(3)))=\frac{17}{16}. 2.22 (1) sen⁡(2⁢x)=f⁢(g⁢(x))\operatorname{sen}(2x)=f(g(x)), onde g⁢(x)=2⁢xg(x)=2x, f⁢(x)=sen⁡xf(x)=\operatorname{sen}x. (2) 1sen⁡x=f⁢(g⁢(x))\frac{1}{\operatorname{sen}x}=f(g(x)), onde g⁢(x)=sen⁡xg(x)=\operatorname{sen}x, f⁢(x)=1xf(x)=\frac{1}{x}. (3) sen⁡(1x)=f⁢(g⁢(x))\operatorname{sen}(\frac{1}{x})=f(g(x)), onde f⁢(x)=sen⁡xf(x)=\operatorname{sen}x, g⁢(x)=1xg(x)=\frac{1}{x}. (4) 1tan⁡(x)=f⁢(g⁢(h⁢(x)))\sqrt{\frac{1}{\tan(x)}}=f(g(h(x))), onde f⁢(x)=xf(x)=\sqrt{x}, g⁢(x)=1xg(x)=\frac{1}{x}, h⁢(x)=tan⁡xh(x)=\tan x. 2.23

(g∘f)⁢(x)={2⁢x+7 se ⁢x≥0,x2 se −3<x<0,2⁢x2+1 se ⁢x≤−3.(f∘g)⁢(x)={2⁢x+4 se ⁢x≥3,x+3 se ⁢0≤x<3,x2 se ⁢x<0.(g\circ f)(x)=\begin{cases}2x+7&\text{ se }x\geq 0\,,\\ x^{2}&\text{ se }-\sqrt{3}<x<0\,,\\ 2x^{2}+1&\text{ se }x\leq-\sqrt{3}\,.\end{cases}\quad\quad(f\circ g)(x)=\begin% {cases}2x+4&\text{ se }x\geq 3\,,\\ x+3&\text{ se }0\leq x<3\,,\\ x^{2}&\text{ se }x<0\,.\end{cases}

2.24 (1) Im⁡(f)=ℝ\operatorname{Im}(f)=\mathbb{R}, (2) Im⁡(f)=[−1,3]\operatorname{Im}(f)=[-1,3], (3) Se p>0p>0 então D=ℝD=\mathbb{R} e Im⁡(f)=ℝ\operatorname{Im}(f)=\mathbb{R}. Se p<0p<0 então D=ℝ∖{0}D=\mathbb{R}\setminus\{0\} e Im⁡(f)=ℝ∖{0}\operatorname{Im}(f)=\mathbb{R}\setminus\{0\} (4) Im⁡(f)=[0,∞)\operatorname{Im}(f)=[0,\infty) se p>0p>0, Im⁡(f)=(0,∞)\operatorname{Im}(f)=(0,\infty) se p<0p<0, (5) Im⁡(f)=ℝ∖{0}\operatorname{Im}(f)=\mathbb{R}\setminus\{0\}, (6) Im⁡(f)=(0,∞)\operatorname{Im}(f)=(0,\infty), (7) Im⁡(f)=[1,∞)\operatorname{Im}(f)=[1,\infty), (8) Im(f)=(−∞,1]\operatorname{Im}(f)=(-\infty,1], (9) Im⁡(f)=[−1,∞)\operatorname{Im}(f)=[-1,\infty), (10) Im⁡(f)=ℝ\operatorname{Im}(f)=\mathbb{R}, (11) Im⁡(f)=[−1,1]\operatorname{Im}(f)=[-1,1], (12) Im(f)=(0,1]\operatorname{Im}(f)=(0,1], (13) Im⁡(f)=[−13,13]\operatorname{Im}(f)=[-\tfrac{1}{3},\tfrac{1}{3}], (14) Im⁡(f)=[−12,12]\operatorname{Im}(f)=[-\tfrac{1}{\sqrt{2}},\tfrac{1}{\sqrt{2}}], (15) Im(f)=(0,1]\operatorname{Im}(f)=(0,1]. De fato, 0<11+x2≤10<\frac{1}{1+x^{2}}\leq 1. Melhor: se y∈(0,1]y\in(0,1] então y=11+x2y=\frac{1}{1+x^{2}} possui uma única solução, dada por x=1−yyx=\sqrt{\frac{1-y}{y}}. (16) Im⁡(f)=(−∞,−12)∪[1,∞)\operatorname{Im}(f)=(-\infty,-\tfrac{1}{2})\cup[1,\infty).

Para as funções do Exercício 2.4: Im⁡(f)=(0,∞)\operatorname{Im}(f)=(0,\infty), Im(g)=(−∞,0]\operatorname{Im}(g)=(-\infty,0], Im⁡(h)=ℤ\operatorname{Im}(h)=\mathbb{Z}, Im(i)=[0,1)\operatorname{Im}(i)=[0,1), Im⁡(j)=[0,∞)\operatorname{Im}(j)=[0,\infty). 2.25 Se trata de achar todos os y∈ℝy\in\mathbb{R} para os quais existe pelo menos um x∈ℝx\in\mathbb{R} tal que f⁢(x)=yf(x)=y. Isso corresponde a resolver a equação do segundo grau em xx: y⁢x2−2⁢x+25⁢y=0yx^{2}-2x+25y=0. Se y=0y=0, então x=0x=0. Se y≠0y\neq 0, x=1±1−25⁢y2yx=\frac{1\pm\sqrt{1-25y^{2}}}{y}, que tem solução se e somente se |y|≤15|y|\leq\tfrac{1}{5}. Logo, Im⁡(f)=[−15,15]\operatorname{Im}(f)=[-\tfrac{1}{5},\tfrac{1}{5}]. O ponto y=0y=0 é o único que possui uma única preimagem, qualquer outro ponto de Im⁡(f)\operatorname{Im}(f) possui duas preimagens. Isso pode ser verificado no gráfico:

2.26 Observe que se x∈(−1,0)x\in(-1,0), então f⁢(x)∈(0,1)f(x)\in(0,1). Por outro lado, se y∈(0,1)y\in(0,1), então existe um único x∈(−1,0)x\in(-1,0) tal que f⁢(x)=yf(x)=y: x=−1−y2x=-\sqrt{1-y^{2}}. Logo, f−1:(0,1)→(−1,0)f^{-1}:(0,1)\to(-1,0), f−1⁢(x)=−1−x2f^{-1}(x)=-\sqrt{1-x^{2}}.

2.27 O gráfico de 1x+1\frac{1}{x+1} é o de 1x\tfrac{1}{x} transladado de uma unidade para a esquerda. O conjunto imagem é (0,∞)(0,\infty). De fato, para todo y∈(0,∞)y\in(0,\infty), a equação y=1x+1y=\frac{1}{x+1} possui uma solução dada por x=1−yyx=\frac{1-y}{y}. Logo, f−1:(0,∞)→(−1,∞)f^{-1}:(0,\infty)\to(-1,\infty), f−1⁢(x)=1−xxf^{-1}(x)=\frac{1-x}{x}. 2.28 Para verificar que f−1⁢(−y)=−f−1⁢(y)f^{-1}(-y)=-f^{-1}(y), usemos a definição: seja xx o único xx tal que f−1⁢(−y)=xf^{-1}(-y)=x. Pela definição de função inversa ((f∘f−1)⁢(y)=y(f\circ f^{-1})(y)=y), aplicando ff temos −y=f⁢(x)-y=f(x). Portanto, y=−f⁢(x)=f⁢(−x)y=-f(x)=f(-x) (pela imparidade de ff). Aplicando agora f−1f^{-1} obtemos f−1⁢(y)=−xf^{-1}(y)=-x, isto é, x=−f−1⁢(y)x=-f^{-1}(y). Isso mostra que f−1⁢(−y)=−f−1⁢(y)f^{-1}(-y)=-f^{-1}(y). 2.29 Exemplos: (1) f⁢(x)=b⁢xf(x)=bx (2) f⁢(x)=a+(b−a)⁢xf(x)=a+(b-a)x (3) f⁢(x)=tan⁡π2⁢xf(x)=\tan\tfrac{\pi}{2}{x}, ou f⁢(x)=1(x−1)2−1f(x)=\tfrac{1}{(x-1)^{2}}-1 (4) f⁢(x)=tan⁡(2π⁢(x−12))f(x)=\tan(\tfrac{2}{\pi}(x-\tfrac{1}{2})) 2.32 1 S=(1+52,+∞)S=(\frac{1+\sqrt{5}}{2},+\infty) 2 S=[0,1]S=[0,1] 2 S={−52}S=\{-\tfrac{5}{2}\} 2.33 Por definição, sen⁡y=35\operatorname{sen}y=\tfrac{3}{5}. Logo, cos⁡y=+1−sen2⁡y=45\cos y=+\sqrt{1-\operatorname{sen}^{2}y}=\tfrac{4}{5} (a raiz positiva é escolhida, já que y∈(0,π2)y\in(0,\tfrac{\pi}{2})). Portanto, tan⁡y=34\tan y=\tfrac{3}{4}. 2.34 (1) [−1,1][-1,1], (2) [−12,12][-\tfrac{1}{2},\tfrac{1}{2}], (3) (−1,1)(-1,1), (4) (−∞,−12]∪[12,+∞)(-\infty,-\tfrac{1}{\sqrt{2}}]\cup[\tfrac{1}{\sqrt{2}},+\infty). 2.35 Seja AA a posição do topo da tela, BB a sua base, e QQ o ponto onde a parede toca o chão. Seja α\alpha o ângulo A⁢P⁢QAPQ e β\beta o ângulo B⁢P⁢QBPQ. Temos tan⁡α=8x\tan\alpha=\tfrac{8}{x}, tan⁡β=3x\tan\beta=\tfrac{3}{x}. Logo, em a): θ⁢(x)=arctan⁡8x−arctan⁡3x\theta(x)=\arctan\tfrac{8}{x}-\arctan\tfrac{3}{x}. Em b), θ⁢(x)=arctan⁡6x−arctan⁡1x\theta(x)=\arctan\tfrac{6}{x}-\arctan\tfrac{1}{x}. 2.36 (1) x=12x=\frac{1}{2} (2) x=3+1x=\sqrt{3}+1 (3) x=16x=\tfrac{1}{6} (4) x=π3x=\tfrac{\sqrt{\pi}}{3} 2.37 (1) cos⁡(2⁢arcos⁡x)=2⁢cos2⁡(arcos⁡x)−1=2⁢x2−1\cos(2\operatorname{arcos}x)=2\cos^{2}(\operatorname{arcos}x)-1=2x^{2}-1 (2) cos⁡(2⁢arcsin⁡x)=1−2⁢sen2⁡(arcsen⁡x)=1−2⁢x2\cos(2\arcsin x)=1-2\operatorname{sen}^{2}(\operatorname{arcsen}x)=1-2x^{2} (3) sen⁡(2⁢arcos⁡x)=2⁢sen⁡(arcos⁡x)⁢cos⁡(arcos⁡x)=2⁢x⁢1−x2\operatorname{sen}(2\operatorname{arcos}x)=2\operatorname{sen}(\operatorname{% arcos}x)\cos(\operatorname{arcos}x)=2x\sqrt{1-x^{2}} (4) cos⁡(2⁢arctan⁡x)=2⁢cos2⁡(arctan⁡x)−1=1−x21+x2\cos(2\arctan x)=2\cos^{2}(\arctan x)-1=\tfrac{1-x^{2}}{1+x^{2}} (5) sen⁡(2⁢arctan⁡x)=2⁢x1+x2\operatorname{sen}(2\arctan x)=\frac{2x}{1+x^{2}} (6) tan⁡(2⁢arcsen⁡x)=2⁢x⁢1−x21−2⁢x2\tan(2\operatorname{arcsen}x)=\frac{2x\sqrt{1-x^{2}}}{1-2x^{2}} 2.38 Chamando α=arcsen⁡x\alpha=\operatorname{arcsen}x, β=arcos⁡x\beta=\operatorname{arcos}x, temos x=sen⁡αx=\operatorname{sen}\alpha, x=cos⁡βx=\cos\beta: